Clientes do Nubank economizaram R$ 159 milhões em um ano com parcerias
Em episódio do NuVideocast, Livia Chanes detalha como iniciativas recentes reconhecem e estreitam o relacionamento com clientes ativos
jan 13 , 2026
São Paulo, 13 de janeiro de 2026 – O Nubank entra em 2026 com mais de 110 milhões de clientes no Brasil – aproximadamente 61% da população adulta. Juntos, eles já economizaram R$ 111 bilhões em tarifas. Mas a companhia quer ir além ao recompensar a confiança de sua base, e vem promovendo uma série de ações e lançamentos para estreitar os laços com clientes, especialmente os 60% que têm no Nu sua relação bancária principal.
Com o objetivo de otimizar toda a jornada financeira do cliente, o Nubank turbinou a capacidade dos clientes de economizar. Parcerias com empresas como Uber, iFood, Shopee, OpenAI e Burger King geraram uma economia de R$ 158,8 milhões à base em 2025.
Livia Chanes, CEO do Nubank Brasil, detalhou essas iniciativas no primeiro episódio do Nu Videocast de 2026. Entre elas estão também as Caixinhas Turbo, lançadas em 2025, que combinam rendimentos mais elevados e liquidez imediata. “Você traz seu dinheiro, você recebe algo em troca. As pessoas esperam relações mais equilibradas [com suas instituições financeiras]”, destaca a CEO. “Transparência é essencial.”
E o reconhecimento do engajamento não vem apenas quando o dinheiro está sobrando, ressalta Livia. O Nubank lançou, em 2025, seu maior programa de renegociação de dívidas da história, reconhecendo a capacidade de mais de 6 milhões de clientes de reestruturar suas finanças e ajudando-os a construir um futuro financeiro mais sólido.
Essa é uma preocupação constante, e vai além de programas pontuais. A companhia calcula que mais de 75% dos clientes que entraram em inadimplência normalizaram a situação em até 12 meses. Em paralelo, o portfólio de crédito com garantias, como consignado e antecipação de FGTS, cresceu 133% em valor.
Impacto além da base
Os efeitos do crescimento do Nubank — e das fintechs de forma mais ampla — também foram sentidos no sistema financeiro. Um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) atribuiu à maior competição no setor uma queda de 2,9 pontos percentuais nas taxas de juros no Brasil, destacando o papel das plataformas digitais.
Em meio a debates no setor sobre tributação, Livia afirmou ainda que o Nubank foi a instituição financeira que mais pagou impostos em valores absolutos no Brasil em 2025, com base em dados públicos divulgados nos resultados das companhias.
Resultado e reconhecimento
As vantagens do aprofundamento na relação com o cliente se refletem também em ganhos para o negócio, com a receita média mensal por cliente ativo chegando ao recorde de US$ 13,5 no país ainda no terceiro tri.
E os ganhos de escala vêm acompanhados de novos recordes e reconhecimentos também no atendimento ao cliente. “Eu sempre digo que, por sermos digitais, precisamos ser 10 vezes mais humanos”, destaca Lívia. E essa mentalidade dá resultado. Em 2025, o Nubank se manteve, por quatro trimestres consecutivos, como a instituição financeira com menor índice de reclamações no ranking do Banco Central. Em outubro, recebeu pelo nono ano seguido o prêmio Reclame Aqui.
Pode parecer a linha de chegada, mas Livia faz coro à cultura da empresa ao rejeitar a ideia de jogo ganho. “Nós seguiremos melhorando nossos produtos e estamos crescendo em novas verticais”, afirma a CEO, destacando os menores de 18 anos e as micro, pequenas, e médias empresas. “A gente chegou a 61% da população adulta. Ainda tem mais 39%, né?”, brinca. “Mesmo quando a gente chegar a todos os brasileiros, ainda terá muito pela frente.”
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