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David Vélez: 100 milhões de clientes “são só o começo de um jogo infinito”

Durante evento promovido pelo Nubank, o Fundador e CEO se juntou à diretoria executiva para comentar resultados recentes e os planos de longo prazo da instituição

São Paulo, 16 de maio de 2024 – O Fundador e CEO do Nubank, David Vélez, comentou, nesta quarta-feira, 15 de maio, os resultados recentes da companhia, que acaba de alcançar 100 milhões de clientes e registrar métricas financeiras recorde no primeiro trimestre de 2024.

“Há sete anos, quando definimos essa meta de 100 milhões de clientes, nos parecia algo inalcançável”, iniciou Vélez. “Um milhão de clientes parecia impossível. Dez milhões parecia impossível. 100 milhões… E aqui estamos”, comemorou.

Ele esteve acompanhado pela diretoria executiva da instituição para uma série de apresentações e entrevistas ao longo da semana sobre a jornada do Nu até os 100 milhões de clientes e as metas de longo prazo da companhia. Entre os convidados, estavam clientes, criadores de conteúdo e jornalistas especializados do Brasil, Colômbia e México.

Ao celebrar a marca, Vélez reforçou o principal valor cultural da empresa, o foco no cliente: “Estamos certos de que, fazendo o que é melhor para nossos clientes, estamos os conquistando por décadas. Otimizamos a criação de valor a longo prazo, não a curto prazo. É um jogo infinito. Essa é nossa estratégia de negócios: seja com 1 milhão, com 10 milhões e agora com 100 milhões de clientes, nossa cultura só evolui.”

Assista ao vídeo da diretoria executiva do Nu comentando o marco de 100M de clientes

Você no Centro de Tudo

A recém-lançada campanha Você no Centro de Tudo celebra a conexão dos clientes de Nu com a marca.

Para Cristina Junqueira, Co-fundadora e Chief Growth Officer do Nu, o trabalho reflete a filosofia da empresa: “Esta campanha traz clientes do Brasil, México e Colômbia, e visa ilustrar como nós, como empresa, somos compostos por todas as suas histórias individuais. O que mais gosto é que ela nos faz refletir sobre as sinergias entre tecnologia e o toque humano, e acho que isso diz muito sobre o trabalho que fazemos: colocar a tecnologia mais sofisticada do mundo a serviço dos nossos clientes”, disse Junqueira no palco. Ela destacou que a empresa registra índices de satisfação (NPS) duas vezes acima da média do mercado nos três países em que opera.

Vitor Olivier, CTO do Nubank, detalha essa inter-relação entre tecnologia e cliente: “Desde o início, tínhamos a clareza de que nossa plataforma tecnológica precisava ser eficiente, disponível, escalável, rápida, e segura. Nossa infraestrutura 100% digital contribuiu para a empresa manter um baixo custo de atendimento e um dos melhores índices de eficiência da América Latina, além de proporcionar escalabilidade.”

Ao lado do co-fundador e Distinguished Software Engineer Edward Wible, o executivo mostrou que a empresa utiliza  tecnologia para permitir que os clientes economizem tempo, dinheiro e otimizem seu patrimônio. “O Nubank também protege seus clientes com menos atrito e mais segurança, utilizando inteligência artificial e machine learning contra fraudes e tecnologia contra golpes. A empresa evita mais de US$ 350 milhões em potenciais fraudes por ano”, destacou.

Money Platform

Olivier acrescentou que o Nubank está trabalhando para tangibilizar o que chama de Money Platform, com o objetivo de trazer o private banking para o bolso de todos. “Já é possível ver os primeiros passos da nossa Plataforma em produtos como o Assistente de Pagamentos ou recomendações de investimentos personalizadas para o perfil de cada cliente.”

Para o CTO, os novos recursos, uma vez implementados, muitas vezes parecem óbvios, porque solucionam justamente pontos problemáticos evidentes para os usuários. “E esta é precisamente a nossa mágica: remover a complexidade e criar um novo padrão para nossos clientes. A verdadeira inovação, quando causa impacto real, acaba por parecer óbvia depois de um tempo.”

Dez clientes relatam como o Nu impactou suas vidas; assista:

Brasil e Futuro

Nos últimos dois anos, o Nubank triplicou suas receitas e viu seu lucro líquido crescer consistentemente a cada trimestre. A empresa é hoje uma das instituições financeiras mais lucrativas da América Latina, com um retorno sobre o patrimônio (ROE) que ultrapassa 40% em sua operação no Brasil no primeiro trimestre de 2024. O Nu teve crescimento nas receitas para US$ 2,7 bilhões e lucro líquido de US$ 379 milhões no trimestre, mantendo o custo para servir abaixo de um dólar e expandindo a receita por cliente ativo (ARPAC) para US$ 11,4.

Os ganhos da empresa são reinvestidos na aceleração de seu próprio crescimento, fazendo do Nu uma das poucas fintechs capazes de combinar crescimento, sólida rentabilidade e excelente qualidade de crédito, afirma Guilherme Lago, CFO. “Quanto mais os clientes usam nossos produtos, mais aumentamos o engajamento e a escala de nosso negócio. Isso gera uma quantidade incrível de dados que Nu, como uma empresa de tecnologia, pode usar de forma responsável e segura para construir modelos e produtos melhores, reduzindo custos e atraindo mais clientes”, disse ele sobre a roda de crescimento.

“Construímos nossa empresa em torno da crença compartilhada de que devemos investir até o último centavo em fazer o melhor produto para nosso cliente. Mesmo que isso signifique perdas a curto prazo. Em um mercado competitivo, os clientes escolherão quem os tratar melhor e entregar os melhores produtos. Essa confiança a longo prazo traz naturalmente resultados para o negócio ”, acrescentou Cristina Junqueira.

Em sua apresentação, Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil, destacou que a marca de 100 milhões de clientes proporciona à instituição uma base sólida para o futuro. “A próxima década apresentará um cenário diferente, com desafios distintos. Teremos de reinventar a forma como fazemos as coisas em termos de tecnologia, talento e escala. Mas o motor do nosso negócio permanece intacto: quanto mais clientes temos, melhor esse modelo de negócio funciona, porque temos mais dados para aprimorar nossos sistemas e reduzir custos, e, assim, oferecer produtos melhores”, projetou.

Chanes listou as quatro prioridades para Nu no Brasil neste momento: 1) expandir o alcance da experiência Nu; 2) ampliar as ofertas para média e alta renda; 3) ampliar as ofertas para pequenas e médias empresas; e 4) empoderar a futura geração de clientes (menores de 18 anos).

“Há muito espaço para conquistar. Somos 100 milhões e isso impressiona, é verdade. Mas não podemos esquecer que isso representa apenas 1.25% da população mundial. Estamos certos de que, fazendo o que é melhor para nossos clientes, estamos os conquistando por décadas. Otimizamos a criação de valor a longo prazo, não a curto prazo. É um jogo infinito”, finalizou Vélez.

Para mais conteúdos, acesse nubank.com.br/100M.

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