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David Vélez e Roberto Campos Neto discutem a próxima fronteira dos serviços financeiros globais: Pix, Open Finance e tokenização

Executivos se reúnem no Nu Videocast para falar da chegada de Campos Neto ao Nubank e descrevem o papel da tecnologia na inclusão, educação e integração financeira

São Paulo, 05 de agosto de 2025 – O Pix é apenas o começo de uma revolução tecnológica no setor financeiro global, que será impulsionada pela integração dos pagamentos instantâneos com o Open Finance e a tokenização das finanças. A inteligência artificial vem como impulsionadora dessa tríade que já está em curso para gerar mais acesso, educação financeira e integração global. É o que afirmam Roberto Campos Neto, recém-chegado Vice-Chairman e Head Global de Políticas Públicas do Nubank, e David Vélez, CEO e fundador, em novo episódio do Nu Videocast. 

Campos Neto, que presidiu o Banco Central do Brasil entre 2019 e 2024 e foi um dos grandes responsáveis pela implementação do Pix e do Open Finance no país, explica que o sistema de pagamentos instantâneos “não foi uma ideia isolada, mas parte de um plano maior para tornar a intermediação financeira mais inclusiva e competitiva”. 

Veléz destaca que o Open Finance aliado ao Pix é uma infraestrutura bastante transformacional e que permite maior competitividade no setor financeiro, traduzindo-se em taxas de juros mais baixas para os consumidores. 

“Existem alguns dados sobre competição de fintechs e serviços financeiros no Brasil que mostram que, em mais ou menos dez anos, a porcentagem dos empréstimos de fintechs foi de cerca de 3% para 25% no Brasil. O Open Finance acelerou isso porque os dados são a grande peça que qualquer novo participante precisa para poder usar e emprestar, sendo parte essencial desse quebra-cabeça”, conta.

Segundo Campos Neto, do plano traçado em 2018, o Brasil alcançou apenas 30% –ainda há muita inovação tecnológica a ser usada em favor da economia. “Eu sei que vamos ter uma enorme interação entre tokenização e todo esse processo de inteligência artificial, que vai gerar segmentação no mercado, e ainda mais inclusão financeira,” diz Campos Neto. Ele conta que decidiu se juntar ao Nu por entender que a empresa está bem posicionada para liderar essa revolução.

Vélez explica que o convite ao executivo conversa com os planos futuros para o Nu: “Regulação, políticas públicas e tecnologia são ingredientes-chave para sermos capazes de reforçar nossa presença nos países que já atendemos, mas também para escalar globalmente.”

O episódio reforça ainda o papel de liderança do Nu e do Brasil na inovação financeira mundial, com o Pix servindo de inspiração para iniciativas semelhantes em países como Colômbia e México.”O Brasil se tornou o futuro dos serviços financeiros no mundo. Estamos vivendo no futuro. Acho que o sistema de pagamentos do mundo será parecido com o Pix”, afirma Veléz.

Foco na experiência do cliente

Para o Vice-Chairman, a diferença entre os países que tiveram sucesso em implementar um sistema de pagamentos instantâneos e aqueles que falharam vai além da regulação. Após a criação do sistema, o verdadeiro diferencial está em como as instituições financeiras constroem produtos inovadores, e no nível de preocupação com a experiência do usuário.

Vélez explica como o Nubank criou funcionalidades próprias para integrar o Pix ao app, tomando a liderança na oferta do produto e gerando  economia significativa de tempo e dinheiro para os consumidores. “Estamos aproveitando a programabilidade que o Pix oferece para oferecer modalidades como o Pix programado e o Pix no crédito. Um dos lançamentos mais bem-sucedidos dos últimos dois meses foi o Pix parcelado. Isso dá muito controle e flexibilidade para os consumidores.”

Esse impacto poderia ser potencializado por trocas regulatórias e de conhecimento tecnológico entre países, defende Vélez – um desafio que, para ele, minimizaria barreiras de transação e beneficiaria os consumidores.

Inteligência artificial

Para ambos, boa parte dessa transformação futura será potencializada pela inteligência artificial, que pode democratizar o acesso a conhecimento financeiro, diz Vélez ”Alguém que ganha mil reais por mês poderá receber a mesma qualidade de aconselhamento que o investidor mais rico do mundo”, afirma.

Assista ao episódio completo: 

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